Cão Feliz

Carrapato em cães. O que fazer?

O carrapato é um parasita que consome sangue dos animais. Ele pode ser encontrado na pele de cães e outros animais.

Os carrapatos são aracnídeos que podem parasitar cães, gatos, seres humanos e outros animais domésticos. Há vários tipos de carrapatos, e o carrapato marrom ou urbano parasita principalmente cães. Essa espécie prefere ficar perto dos locais onde o cão vive, como pisos cimentados ou de madeira. Além do chão, o carrapato marrom adora se esconder nas frestas das paredes e no teto. Quando os cães estão dormindo ou descansando, os carrapatos descem para subir nos cães e fazer a sua alimentação de sangue.

Após sugar o sangue, as fêmeas descem do animal e procuram um local seguro para fazer a postura. Para se ter uma ideia, cada fêmea de carrapato marrom pode colocar até 4 mil ovos. Dos ovos colocados no ambiente onde o animal vive, eclodem as larvas que imediatamente procuram um cão para se alimentar. Em todas as formas evolutivas do carrapato marrom ele vai se alimentar de sangue. Por isso, muito cuidado, pois estes parasitas transmitem doenças como a babesiose e a erliquiose que podem levar os cães à morte.

Em qual período eles se reproduzem com maior frequência?
Muitos humanos não sabem, mas a doença do carrapato pode ser transmitida de duas formas. Apesar disso, ambos os modos são transmitidos pela mesma espécie, o Rhipicephalus sanguineus, também conhecido como carrapato marrom. Independentemente de qual a forma de contágio, a atuação da doença no organismo do cãozinho ocorre de forma similar: atacando as células de defesa e afetando órgãos vitais, podendo levar seu amiguinho à morte.

Existe algum produto que é melhor que outro?
-O talco tem um custo menor, mas não tem tanta absorção e deve ser usado diariamente. Além disso, ele não protege o ambiente e alguns cães podem ter alergia ao produto.

-Os que são mais caros são as pipetas Top Spot e os sprays, que são de uso mensal. Lembrando que depois da aplicação desses produtos é necessário esperar cinco dias para dar banho no cão.

-As coleiras podem causar intoxicações no caso de ter contato com crianças, que podem colocar a mão na boca. Mas, se o tutor preferir por ela, o uso é contínuo, e não deve ser colocado perto da boca do cão. Isso é para que ele não morda e também sofra com intoxicação.

Onde mais posso encontrar carrapatos em minha casa, como posso eliminar os carrapatos do ambiente?
Atualmente com um mercado tão amplo e diverso, existem produtos específicos para essa finalidade. No geral, são diluídos em água e aplicados sobre as superfícies de pisos, paredes e tetos. Vassouras de fogo também são efetivas nos casos em que podem ser utilizadas.

Qual a melhor forma de evitar que meu pet tenha um carrapato?
Existem produtos que podem ser usados, como as pipetas que são colocadas atrás do pescoço do animal, os talcos, que são menos utilizados atualmente, mas ainda podem ser colocados no ambiente onde o animal fica, sprays, que são muito utilizados quando o animal vai na rua, as coleiras, que têm uma substância que previne e mata os carrapatos e os comprimidos (que são produtos relativamente novos no mercado).

Tipos
1.Erliquiose: é uma patologia causada pela bactéria gram-negativa Erlichia canis da ordem Rickettsiales, que afeta os membros da família Canidae. Ela destrói os glóbulos brancos do cão com doença do carrapato e apresenta sintomas como: apatia, falta de apetite, febre, vômitos, diarreia, sangue pelo nariz, respiração ofegante e mucosas pálidas.

1.Babesiose: é causada por um protozoário e ao contrário da anterior, atua destruindo os glóbulos vermelhos do organismo do animalzinho. Capaz de gerar a infecção dos glóbulos vermelhos dos cães, destruindo-os e levando a uma anemia grave. Os sintomas são perda de apetite, apatia, anemia e febre.

Quais são os principais sintomas das doenças?
Febre, falta de apetite, perda de peso, tristeza, sangramento nasal, vômito
e manchas avermelhadas pelo corpo são alguns dos sintomas das doenças transmitidas por carrapato. Entretanto, como esses sintomas podem ser confundidos com outras doenças, a avaliação do médico veterinário é importante para confirmar o diagnóstico, assim você saberá o tratamento exato para seu pet.

O que fazer com carrapatos?
Após identificar a presença de carrapatos, o tutor deve manter os pelos do cachorro separados na região afetada. Logo após a separação dos pelos devemos pegar o carrapato com uma pinça e puxar pela cabeça dele, agarrando na parte mais próxima à picada.

No momento você vai precisar de três coisas que são essenciais para o momento:
– Não aperte a pele do cachorro;
– Evite que a cabeça do carrapato se solte e fique enfiada na pele do seu amigo;
– É preciso arrancar esses ácaros pela cabeça, evitando que ele se solte;
– Use uma pinça para remover o carrapato;
– Tenha um frasco com álcool;
– Use luvas caso precise.

O correto é manter o carrapato em um frasco com álcool durante 24h, assim é possível ter certeza de que ele está de fato morto. Depois de tirar os carrapatos, devemos limpar e desinfetar a região da picada para ajudar na recuperação do cachorro como já mencionado anteriormente.

Os ciclos de vida dos carrapatos incluem períodos em que eles se instalam na residência. Se seu cachorro está infectado é muito provável que a sua casa também esteja, por isso, é indispensável que você não esqueça de também tirar o carrapato de cachorro da sua casa com uma boa limpeza em todo o território.

Como adestrar um cão filhote

Um filhote precisará comer, beber, tomar banho, passear, fazer suas necessidades, ir ao pet shop, além de estar acostumado a ouvir certos barulhos que para a sua audição, serão muito altos.  Os primeiros meses de vida de um cão são cruciais. A partir dos 50 dias de vida é recomendável começar o adestramento com o seu filhote, assim trabalhamos no que chamamos de período crítico ou janela social (50 dias até os 85 dias de vida). É nessa fase que devemos socializar o filhote com barulho de secador de cabelo, aspirador de pó, carro, moto, trator, caminhão do lixo, escova para pelos, etc. Assim teremos um cão que será sociável e pouco propenso a desenvolver comportamentos indesejados na sua fase de adolescência e consequentemente adulta. Ao contrário do que muitos acreditam, essa é a melhor fase para o aprendizado do pet. Nesse período, os filhotes conseguem se adaptar com mais facilidade e estão ainda mais abertos e com a mente fresca para conhecer coisas novas.
Com isso, se você acaba de ganhar um novo companheiro, é muito importante aprender como adestrar cachorro filhote desde já.
Nos primeiros três meses de vida do filhote, os tutores terão que fazer alguns ajustes na sua rotina. Isso requer alguns sacrifícios. Mas lembre-se: não será para a vida toda do cão. Fazer isso no começo será uma demonstração de amor da parte de vocês, tutores. Assim estarão trabalhando de forma preventiva, evitando que o filhote desenvolva hábitos ruins e problemas comportamentais que podem dar muita dor de cabeça, prejuízos materiais e em muitos casos, acabar em tragédias. Não queremos que vocês passem por isso. Queremos que sintam alegria e prazer ao criar um cão, ao mesmo tempo que terão consciência das responsabilidades e disciplina que acompanha a criação de um aumigo de quatro patas.

Por que uma rotina é importante?

A rotina será crucial para o equilíbrio de um bom desenvolvimento do cão. Isso será importante para o cachorro, saber qual é a hora de comer, passear, dormir, reduzindo inclusive, o estresse e a ansiedade. Já para o tutor, a rotina ajuda a compreender melhor os hábitos do animal, o que é útil para se antecipar e agir preventivamente. Como exemplo, cães costumam fazer suas necessidades após refeições e brincadeiras mais intensas. Sabendo disso, o tutor saberá também os momentos de levar o pet para o quintal ou ao tapete higiênico até que ele aprenda a utilizar por conta própria o local estipulado.

O que é um reforço positivo?

Esse é um método para adestrar cachorro que dá recompensas quando ele faz o que você espera, ao invés de corrigi-lo sem saber a forma correta. Exemplo: digamos que você queira ensiná-lo onde deve fazer xixi. Você leva o cão até o tapete higiênico ao perceber que ele está apertado. Uma vez que o pet fez xixi no local escolhido, é só dar um petisco para ele, além de muitos elogios, carinhos. Uma verdadeira festinha
A técnica é bastante simples, mas na prática ela também é muito mostra bastante eficiência e não é difícil entender por quê. Porém, aqui vai um alerta! O método de adestramento que utiliza apenas reforço positivo não é um treinamento completo. Na sua natureza, os cães precisam ser corrigidos, disciplinados. Se você pesquisar no youtube vídeos de cadelas com sua ninhada, verá que ela corrige seus filhotinhos sempre que é necessário. Não estamos aqui falando de maus tratos e violência, até porque não somos a favor de qualquer tipo de violência contra os animais. Mas quando falamos de disciplinar os cães, queremos dizer que não basta apenas dar carinho e amor. É preciso impor limites, criar certas regras, uma rotina. Isso é disciplina. E quando o cão faz algo que para nós não é correto, precisamos deixar isso claro, com a correção no grau certo e da forma correta. Pense no seguinte: a própria vida nos disciplina. Precisamos definir horários para nossos afazeres; precisamos seguir as leis, caso contrário sofremos punição (disciplina); precisamos criar os filhos com amor, mas também prepará-los para o mundo real. E no mundo real, não existe apenas amor e carinho. A frustração, o estresse faz parte. E podemos aprender com esses sentimentos, com a disciplina que a vida impõe.
Assim é com os cães. Os cães precisam de liderança, necessitam de disciplina. Quando fazemos isso, estamos demonstrando nosso amor da forma correta e satisfazendo suas necessidades.
– Utilize petiscos atraentes e com um bom aroma, os bifinhos são excelentes para atrair a atenção do pet e estimular o aprendizado;
– Ofereça o petisco imediatamente após o cachorro fazer o que se espera dele;
– Outra alternativa muito boa e recomendada, é utilizar a própria ração do filhote para o adestramento. Para isso, pegue uma pequena porção e coloque num copo com pouca água, para umedecer a ração e deixar ela mole, que fique melhor para o filhote mastigar e leve menos tempo para isso.
– Já tenha em mente que leva um tempo até ele achar que certas atitudes podem lhe render bons frutos;
– Evite dar broncas no cachorro quando você NÃO VÊ o que ele fez de errado e nunca recorra às agressões para fazer o adestramento;
– Para ensinar qualquer coisa, prefira ambientes mais sossegados; Escolha na sua casa ou quintal, a sala de aula, onde você ficará a sós com o seu filhote.
– Tenha sempre paciência e nada de gritar com o pet. O processo de adestrar um filhote para fazer xixi no tapete higiênico, jornal ou outra superfície pode levar semanas.

Dicas de como adestrar o pet: 

– Xixi e coco: ensine o pet a ir ao local que deseja com petiscos, e procure um lugar fixo para isso, assim seu pet não fará as necessidades em todo lugar da casa. O processo de aprendizagem do cãozinho leva um tempo e, nesse período, é comum que acidentes aconteçam. O importante é que, ao longo do tempo, você observe
melhoras no comportamento do animal. Assim, saberá que ele está entendendo o que você deseja que ele faça.
-Senta: segure um petisco na mão e leve acima da cabeça do filhote, podemos até ir um pouco com a mão para trás. Ele irá seguir o petisco e, como os filhotes não têm muita coordenação motora, sentará automaticamente. Com o tempo ele irá entender que para ganhar o petisco ele precisa sentar.
– Pata: dar a patinha é um comportamento instintivo dos filhotes, por isso é muito fácil de ser ensinado. Basta que você segure o petisco em sua mão fechada e posicioná-la na frente do cachorro. Assim que ele colocar a pata em sua mão, você oferece a recompensa e com o tempo, introduza o comando “dá a pata” e faça o gesto com sua mão esticada (sem o petisco). Assim que obedecer, recompense-o.
– Deita: faça um movimento com a mão de cima para baixo e depois um pouco para frente. O animal irá acompanhar com a cabeça a sua mão e se deitar. Para que isso aconteça, é melhor que o cãozinho já esteja sentado. Assim que ele deitar, damos o petisco como recompensa.
– Fica: um comando importante que pode ajudar a evitar muitos problemas de
comportamento do cachorro. Com a mão espalmada fale “fica”, se afaste um pouco, volte e recompense o cãozinho. Repita o comando, se afaste mais um pouco, volte e recompense. Vá se afastando cada vez mais e deixando o filhote mais tempo na posição. Entretanto, só volte ou recompense se ele ficar no lugar, parado e calmo.
– Vem: se afaste um pouco do filhote, mostre o petisco ou um brinquedo e fale “vem”. Quando ele vier, você poderá dar a recompensa. Vá se afastando cada vez mais e repetindo o processo para que o exercício se intere completamente na rotina do cão. Com o tempo, comece a esconder o petisco ou o brinquedo e, quando ele responder ao pedido, você poderá recompensá-lo.
E lembre-se de sempre repetir isso até que o cão faça sem precisar de uma recompensa. Cada cão tem o seu tempo, seu nível de aprendizado e dificuldades. Tenha paciência. E conte com a Cão Feliz, que está pronta para te ajudar a adestrar seu filhote!

Alimentação natural para os cães

Quais os cuidados ao escolher filhote de cachorro?

O filhotinho acabou de chegar na nova casa, esse momento representa muita alegria para você e sua família. Mas,  como cuidar desse bichinho da maneira certa para que ele se desenvolva bem e possa se relacionar da melhor forma possível com as pessoas e outros animais? É normal o surgimento de muitas dúvidas  logo nos primeiros momentos que levamos o filhotinho para nossa casa e ficamos perdidos tentando encontrar as informações sobre o que fazer. E para solucionar essa dúvida confira abaixo:
Escolhendo o pet: Caso ainda não tenha escolhido seu pet essas informações podem ajudar você a ter um pouco mais de tranquilidade nos cuidados com o animal. A raça e o tamanho são critérios muito importantes para a adoção dos cachorros, já que possuem características únicas. Pense nas seguintes questões antes de adotar um pet “Eu tenho espaço necessário para um animal de porte grande ou médio?”, “Trabalho o dia inteiro, será que vou conseguir acompanhar meu pet?” “Ele vai conviver com crianças?”. Todas essas questões são importantes para te ajudar a escolher e acolher um filhote de maneira correta.
O tamanho da casa influencia no porte do animal. Se você mora em um apartamento muito pequeno não deve procurar um cachorro grande ou que tenha instinto de caçador. Já se possui bastante espaço, pets grandes ou pequenos vão fazer a festa e acabam sofrendo sem o espaço que precisam para viver bem.
Alguns cachorrinhos são muito dependentes e podem desenvolver doenças como ansiedade e depressão se ficarem muito tempo sozinhos. Já outros possuem uma personalidade mais independente e não se importam de passar algumas horas sozinhos por dia. Por isso, é importante observar sua rotina.
Como escolher o cão?
1.Comece colocando o bichinho no chão, se afaste um pouco, agache e chame o pequeno com palmas e falando em um tom de voz suave e alegre.
-Se ele for até você prontamente, com o rabo levantado, pular e até tentar morder a mão, temos um cachorro dominante.
-Se ele for com o rabo levantado e apenas subir no colo, é um cachorro menos dominante.
-Se vier com o rabo baixo, é mais calmo.
-E se não for, provavelmente será um cão medroso ou somente com pouco interesse nos seres humanos.
2.Levante-se e comece a andar.
-O filhotinho dominante irá seguir prontamente, com o rabo levantado e mordendo nosso calcanhar.
-Se não for tão dominante, só irá seguir com o rabinho levantado.
-Se for mais calmo ficará com o rabinho baixo.
-Se o cachorro não seguir, será um cachorro mais independente.
3.Em seguida, pegue o filhotinho com muito cuidado, e o coloque de barriga para cima no chão deitado e ponha então sua mão aberta sobre o peito dele e veja a reação do animal.
-Os dominantes vão espernear mais, alguns vão até rosnar e tentar morder sua mão.
-Os muito tímidos vão ficar imóveis, com o rabinho entre as pernas e até fazer esforços para olhar nos seus olhos.
-E aquele filhotinho intermediário vai espernear e até ganir um pouco, parar, espernear mais um pouco, e assim até se acalmar.
Agora que já resolvemos a questão da escolha do pet, vamos ao principal: O que fazer nos primeiros dias?
1.Primeiro dia: 
Durante a noite, cubra-o com um pano, que pode ter sido retirado do canil e terá o cheiro de sua mãe, para que ele se sinta mais protegido. Relógios mecânicos podem simular os batimentos cardíacos maternos e ajudar na primeira noite. Evite alterar a alimentação do filhote nas primeiras semanas. Um filhote de até 3 meses de idade costuma dormir bastante, desta maneira evite acordá-lo com muita freqüência ou pegá-lo de qualquer maneira. Não o deixe sozinho por muito tempo ou próximo a locais barulhentos e repletos de pessoas. Não permita que crianças brinquem de forma errada com ele e o tratem como um brinquedo.
2.Alimentação: 
Nunca deixe ração à vontade para o seu filhote, além de não ser nada saudável, pode levá-lo à obesidade. A obesidade pode gerar diversos problemas no filhote, afetando as articulações, coração, fígado e rins. Quando a ração fica disponível por muitas horas durante o dia, o cão come um pouco e acaba salivando em cima da comida que ficou no pote e essa saliva vai servir como meio de cultura para proliferação de micro-organismos que podem fazer mal para o seu filhote.
3.Xixi e cocô no lugar certo: 
O primeiro passo é escolher onde vai ser o banheiro e o que você vai usar para o seu filhote fazer as necessidades. Normalmente os tutores escolhem os tapetes higiênicos porque são mais absorventes e não deixam que o xixi vaze, diferente do jornal. É importante lembrar que o local seja onde não tenha muita movimentação de pessoas, não seja muito próximo de portas, para não acontecer acidentes ao abrir a porta em cima das necessidades. Também, por questões de higiene, é bom que não seja muito próximo de onde o filhote faz as refeições e dorme.
Como prevenir acidentes?
Em toda casa, pode existir locais que apresentam grande risco para acidentes com filhotes, como as escadas, varandas e piscinas. Com isso, é importante cercar esses ambientes com tela ou usar um portãozinho para evitar o acesso do animal sem uma supervisão.
Não deixe no alcance do animal objetos perigosos que possam representar risco para ele, como é o exemplo de:
-Tesouras;
-Utensílios cortantes;
-Enfeites de vidro;
-Cerâmica;
-Fios elétricos.
Filhotes são curiosos e arteiros, por isso, todo cuidado para evitar que eles se machuquem (ou façam algum estrago) é essencial.

Emergência com o seu pet. O que fazer?

Os nossos pets estão sempre sujeitos a sofrerem com machucados, mesmo que não saiam de casa na maior parte do tempo. Por mais que a maioria dos tutores espere que uma emergência nunca aconteça com a saúde dos nossos cães, elas podem acabar chegando em algum momento da vida. Isso acontece devido a sua grande curiosidade em relação ao mundo e ao espaço em que vivem, então acabam se metendo em confusões. Com toda essa situação, é relevante que os tutores estejam preparados para cuidar dos ferimentos e ter um kit primeiros socorros equipado para que possam socorrer o seu amado pet.

Quando eles sofrem com o atropelamento, engasgam, ou têm uma convulsão, é normal que a ida ao veterinário seja necessária. Porém, o questionamento que muitos tutores fazem é “O que fazer quando esse problema acontece?” Prestar os primeiros socorros de maneira correta pode ser um forte fator determinante para a situação de vida do seu amigo depois que tudo passar.

Saber lidar com esses machucados será um jeito de evitar que o problema se agrave e o pet sofra ainda mais. Dependendo da lesão, como um arranhão, o próprio dono consegue resolver em casa com o auxílio do kit primeiros socorros. Contudo, é muito importante lembrar que esses cuidados não substituem a avaliação médica veterinária. Por isso, se a situação pede a atuação de um profissional, não deixe de levá-lo a uma clínica.

Por que ter um kit de primeiros socorros?
O kit é essencial para lidar com ferimentos leves e graves. Acompanhado dos itens certos na sua casa, poderá ser mais “tranquilo” realizar os primeiros socorros enquanto chega ao atendimento médico. Essa rápida assistência pode contribuir para o salvamento do animal.

O tutor pode usar produtos exclusivamente humanos nos pets para ajudá-los?

Definitivamente não! Os medicamentos devem ser diferentes para o kit do pet, isso deve ser feito devido ao PH e metabolismo diferentes em cada raça.. O ideal é que os itens do kit sejam de uso veterinário.

Itens necessários:
• Focinheira: por mais dócil que ele seja, está sentindo dor e pode revidar violentamente. É melhor prevenir que ambos se machuquem.
• Luvas de látex ou borracha descartáveis: é importante para evitar que sua mão entre em contato com o ferimento e transmita germes e bactérias.
• Gazes: auxilia na limpeza do local afetado e ajuda a estancar sangramentos. Além disso, é ótimo para fazer curativos.
• Cotonetes: irá ajudar a limpar pontos específicos do machucado e na aplicação de medicamentos líquidos.
• Esparadrapo: ajuda a segurar o curativo.
• Ataduras: ajudam no processo de curativos ou imobilizações de áreas machucadas.
• Soro fisiológico: essencial para limpar ferimentos.
• Sabonetes antissépticos: para quando for lavar o ferimento com água corrente.
• Tesoura: compre uma específica para que não precise utilizar uma tesoura que possa estar contaminada.
• Água-oxigenada: só deve ser utilizada em casos específicos, isso significa só quando o ferimento está muito infeccionado.
• Analgésicos e anti-inflamatórios: ajudará na redução de dor e aceleração da cura, e jamais ofereça remédios humanos.
• Pinça: item perfeito para retirar com segurança o material que machucou o pet.
• Anti-histamínicos: recomendado para animais alérgicos as picadas de insetos.
• Pomadas cicatrizantes: ajuda a acelerar a cura do machucado.

O que fazer para socorrer o pet?

• Cachorro engasgado: você vai precisar aplicar pressão no abdômen dele para que o ar expulse o corpo estranho que estiver preso. Mas antes de tudo é necessário ter cuidado com a intensidade da pressão que vai ser feita no abdômen do animal porque, dependendo da raça. A melhor maneira de ajudar seu pet é abraçando o cachorro por trás e posicionando os braços embaixo das costelas dele, assim ele terá menos chances de se machucar e  não correrá riscos de quebrar os ossos do animal.
• Envenenamento: primeiro deve-se identificar os sinais de envenenamento que são: apatia, salivação, hematomas, perda de sangue pela narina ou fezes, tremores involuntários e convulsões. Para ajudá-lo deverá deitar o pet, permitir que ele tenha ventilação adequada, não estimular o vômito e não fornecer alimento, líquidos ou qualquer medicamento também são manejos que auxiliam na recuperação desse animal.

Após isso vá direto ao veterinário, em estado de emergência, é fundamental que seja feito um diagnóstico preciso e correto dos problemas que afetam o animal assim indicando que tipo de medidas e precauções devem ser tomadas.

Outros casos que irá precisar socorrer seu pet:
• Ingestão de corpos estranhos: sinais que vão desde um simples mal-estar até o óbito, a ingestão de materiais e produtos estranhos (incluindo metais, plásticos, panos, ossos e madeiras, entre outros) pode causar complicações graves e, inclusive lesionar de maneira significativa a região gastrointestinal do pet.
• Obstrução urinária: problema que ocorre no trato urinário dos gatos e causa a obstrução das vias urinárias do animal, sendo causadora de diversas dores.
• Hipertermia por insolação ou internação: A exposição ao sol quente por períodos prolongados, a prática de exercícios neste mesmo tipo de clima e a permanência de pets em ambientes fechados sob essas condições pode provocar a insolação ou internação dos cães e gatos.
• Atropelamento: pode causar todo tipo de lesão e fratura, sendo elas graves ou leves, essa  ocorrência deve ser tratada imediatamente para que o animal tenha chances de recuperação.
• Quedas: pode causar desde fraturas nos membros até problemas mais graves na porção interna dos pets, dependendo da gravidade do acidente.
• Brigas: confrontos animais podem provocar resultados bastante preocupantes

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Porquê meu cão é hiperativo?

Que os cães sofrem com diversos problemas como humanos, isso já é conhecimento de uma boa parte dos tutores. Agora, você sabia que o cão agitado em excesso pode ser um sinal claro de hiperatividade? Infelizmente esse problema não é muito conhecida pelos tutores, mesmo justificando diversos comportamentos dos seus cães.
A hiperatividade canina, como a humana, tem causas fisiológicas, essa informação vem dos estudiosos da Universidade de Helsinque, na Finlândia. Entretanto, existem casos em que o animal apresenta comportamento destrutivo, latidos em excesso, agressividade e outros hábitos indesejados são sinais muito comuns de um cachorro hiperativo.
Todos sabemos que nada é mais saudável do que um cachorro que gosta de brincar, passear e interagir com a sua família. E isso é um comportamento fundamental para os cães, pois elas estimulam os sentidos e uma série de instintos dos pets. É relevante entender que antes de classificar um cachorro como hiperativo, é necessário que o tutor seja sincero consigo mesmo. Se pergunte se você tem proporcionado os estímulos necessários para garantir o bem-estar do animal, assim ajudando seu pet a controlar o tédio de não fazer nada e a ansiedade. Esse questionamento deve ser sempre realizado porque, na maior parte das vezes, a hiperatividade é uma reação à falta de atividades ao longo do dia.
Dessa maneira, é importante ter sempre em mente que algumas raças são naturalmente mais agitadas do que outras. Por exemplo: Beagle, Border Collie, entre outros. Em um todo, essas raças precisam de mais estímulos do que cães de companhia. E lembre-se que todo cachorro precisa de passeios e brincadeiras todos os dias.
A falta de companhia do tutor e de estímulos como é o caso do adestramento, se encontra entre as principais causas da ansiedade e da hiperatividade canina. Porém, a ciência suspeita que a hiperatividade canina possa ter também uma origem fisiológica. Além disso, um cachorro hiperativo também pode apresentar alterações hormonais, como o hipertireoidismo. O problema acelera o metabolismo, apesar de a doença ser mais comum em gatos.

Sinais de hiperatividade

-Ser agressivo
Eles costumam dar alguns sinais de que estão incomodados e agitados antes de partir para uma mordida, como:
• O cão boceja, pestaneja ou lambe o nariz;
• Afasta o focinho ou vira a cabeça para o lado;
• Senta, dá patadas ou vira o corpo para outra direção;
• Fica em postura ereta, com olhar fixo;
• Rosna;
• Ameaça que vai morder;
• Morde.

Alguns outros sinais são:

-Não obedecer a comandos
Não obedece comandos simples como é o caso do “dê a patinha”, “sente”, “deite” e “role”. Nem obedece o comando do tutor de primeira e dependendo da ocasião sendo necessário chamá-lo diversas vezes até que possa entender.
-Latir sem parar
É uma manifestação vocal canina complexa e com bastante carga emocional. Assim, as características desse som também variam conforme a ação em que o pet está presenciando, a necessidade e objetivo.
-Ter excesso de dominância:
A dominância ocorre quando, em um mesmo espaço, se relacionam vários cães. Então é estabelecida uma relação hierárquica que pode derivar em dominância ou submissão de cada um dos seus animais, e caso outros animais não o obedeçam ele pode acabar ficando agressivo.
-Correr atrás do rabo com frequência:
O animal persegue a cauda para acabar com o incômodo gerado pelo problema no que sente no momento. Depois que se cura o comportamento não vai embora, pois o animal acaba associado a uma sensação boa e repetindo diversas vezes.
– Não permitir carinhos
Fica irritado quando seu tutor tenta acalmar com carinho  e pode até mesmo acabar rosnando.
– Ficar agitado mesmo sem estímulos
Isso acontece, quando mesmo sem reforçar nenhum tipo de brincadeira, como pegar a bolinha, por exemplo, o animal continua muito agitado correndo de um lado para o outro excessivamente.

O que fazer para acalmar um cachorro hiperativo?

• Sempre saia com o seu pet para um passeio, de preferência mais de uma vez ao dia, antes das 10h e depois das 16h são os melhores horários para sair com seu cão. Atividades físicas são uma ótima forma de canalizar a energia do seu amigo. O passeio diário, além de o estimular fisicamente, manterá o animal calmo e livre do tédio, que na maioria dos casos é o principal causador da agitação;
• Use bastante do enriquecimento ambiental com diferentes tipos de acessórios, incluindo brinquedos recheados para eles procurarem e outros objetos para cachorros hiperativos;
• Em casa, faça brincadeiras que estimulem o pet a correr, como lançamento de bolinha, esconde-esconde ou caça ao tesouro;
• Substitua a alimentação do pet antes de sair de casa para compromissos longos, coloque o alimento em um brinquedo que possa rechear. Assim, o cachorro se distrai e gasta energia ao procurar e tentar liberar a comida;
• Ensine novos truques para o seu amigo, eles são muito úteis em determinadas situações, já que os mesmos estimulam sistema  cognitivo do pet e o deixam mais atento e comportados;
• Ao viajar, entre em contato conosco. A hospedagem em domicílio que oferecemos inclui passeios, brincadeiras e outras atividades para o seu cão gastar bastante energia. O serviço de pet babá é ideal para quem precisa viajar, ou ficar ausente de casa por outros motivos.
Outra questão que sempre deve ser ressaltada, é a de medicamentos. O tutor nunca deve dar calmantes ao seu pet, ou outro qualquer remédio sem prescrição de um médico veterinário. Leve-o ao veterinário e o próprio médico indicará o melhor tratamento para seu pet, incluindo a medicação nas medidas corretas.

Ansiedade de Separação

A sociedade contemporânea, com seu novo crescimento e estilo de vida, estão mais suscetíveis a manifestação de um quadro de isolamento pessoal e isso vem contribuindo para o aumento no número de animais de companhia. Em consequência desse novo estilo de vida dos seus pets, os seres humanos influenciaram os animais com suas frustrações e medos. Nos últimos 25 anos, tem-se tornado cada vez maior e mais comum para os veterinários ver animais com problemas de ansiedade.

Essa mudança do tratamento dos tutores para com os seus pets é o que gera distúrbios psicossomáticos. Isso pode resultar em um animal, muitas vezes, incompreendido pelo seus tutores, pois muitos não sabem qual é o comportamento canino normal ou o comportamento que possam ter, pois eles conhecem somente seus cães como membros da família. Isso significa que sem o contato com cães de outras famílias, é ainda mais difícil saber se aquilo que ocorre com seu pet é normal ou não, pois não possuíram um exemplo.

Essa é uma condição da Ansiedade de separação, ela é uma condição de pânico que se manifesta em comportamentos destrutivos como arranhar portas e janelas, latir ou uivar constantemente, urinar e defecar pela casa, e em alguns casos, pode acabar que o cão fique em estado tão grave que irá resultar no cachorro se machucando sozinho.

A dependência emocional em relação ao tutor não pode ser visto como um sinal de amor ou carinho, pois é na realidade um transtorno que pode gerar depressão, estresse ou a síndrome de ansiedade de separação. Cães com ansiedade de separação costumam ficar muito agitados quando percebem que o dono está para sair, latem ou choram para chamar a atenção, além de seguirem o dono pela casa inteira e às vezes até começarem a tremer e puxar pelas roupas dos humanos para convencê-los a ficar.

Diagnóstico:

Será necessário que o animal receba um exame clínico completo. Dependendo dos comportamentos específicos que o cão está apresentando, pode ser necessário realizar um exame ainda mais detalhado. O diagnóstico irá se basear na no comportamento e no histórico detalhado (isso inclui os comportamentos do pet assim que chegou em seu novo lar, até o momento que apresenta esse comportamento).

Como lidar com a ansiedade de separação

— Antes de sair:

Pode fazê-lo ficar mais calmo na hora que você estiver saindo sem ele, e antes pode fazê-lo gastar energia de uma forma bem simples. Brinque bastante com seu pet ou dê um passeio com ele. Assim ele vai estar cansado o suficiente quando você estiver saindo e vai estar mais propenso a usar uma parte do tempo sozinho para comer, beber água e cochilar bastante.

— No momento de sair:

É muito importante atenção na hora da saída. Não dê muita atenção ao cachorro na verdade, você pode ignorá-lo nos 15 minutos que antecedem a saída. Pode parecer uma atitude cruel, entretanto é melhor fazer isso do que aquelas despedidas muito longas. Essas despedidas mostram ao peludo que você está sofrendo por ter de deixá-lo sozinho e se você está sofrendo, ele acredita que também vai sofrer quando estiver sozinho.

1. Comece saindo por pouco tempo e vá aumentando essa pausa aos poucos, alguns minutos por dia.

2. Haja como se fosse sair, troque de roupa, coloque os sapatos, pegue as chaves e fique em casa. Depois de um tempo, desfaça tudo e continue agindo como se nada de diferente estivesse acontecendo.

3. Deixe tudo pronto com antecedência de coisas já prontas (por exemplo, deixe as chaves dentro da bolsa para não fazerem barulho). Isso vai deixar o cão menos atento ao momento de saída.

— Na sua chegada:

Não faça cerimónia na chegada, caso faça, seu cão pode pensar que algo ruim aconteceu e por isso ele não deve permitir que você saia. Pode fazer contato visual com o cão, mas não fique interagindo demais com ele. Se ele tiver feito bagunça e você chegar com agitação e dando bronca, ele vai interpretar isso como um reforço positivo.

Ferramentas de auxílio

— Recompensas e jogos:

É muito comum que os cães adorem mastigar, esse é um comportamento natural dos que os auxiliam em diversas funções, isso inclui aliviar o estresse canino. Estimule seu cão a mastigar e brincar com itens apropriados. Pode até mesmo comprar brinquedos recheados ou petiscos e esconder pela casa para que ele procure.

— Fragrâncias naturais:

A técnica aromaterapia também pode ser muito útil. Muitos difusores imitam aromas naturais que lembram os cães de suas mães e lhe conferem conforto e segurança. Outros também são substâncias naturais que o tranquiliza. Manter esses aromas no ambiente enquanto você está fora pode auxiliar muito seu cachorro.

• Aromas como:

1. Óleos essenciais especiais para o pet;

2. Ervas;

3. Incenso;

— Suplementos calmantes:

Pode pedir a recomendação a um veterinário para o uso de comprimidos mastigáveis e aditivos para água, para dar a ele alguns minutos antes de sair. Esses suplementos são seguros para seu cachorro e muitos são feitos de ingredientes naturais. Mas nunca dispense a opinião de um especialista em relação a isso.

Em resumo, faça companhia ao seu pet, sempre permita que ele realize certas tarefas sem você auxiliando ou como companhia. Permita que ele se acostume a comer sozinho em um cômodo, ou que ele se distraia com um brinquedo sem precisar que você participe da brincadeira. Quando ele aprende que consegue fazer essas coisas sozinho, ele conseguirá fazê-las quando você se ausentar. Esse é o principal treinamento contra a ansiedade da separação. Também é uma boa ideia que você faça o adestramento ou pelo menos os comandos básicos como sentar, deitar e ficar.

Cães são treinados para identificar pessoas com COVID-19

Nos últimos meses, com o surgimento do COVID-19 o medo se instaurou. A população de forma geral tem encarado a pandemia de duas formas: negação quanto à capacidade patogênica do vírus e pânico. As pessoas por alguns meses, tiveram a necessidade e o dever de se reeducar e educar em certos cuidados não só com elas, mas também com o próximo. Pesquisadores de todo o mundo correram para identificar os portadores do vírus, o que não foi nada fácil. E com muito trabalho, foi visto que os cães são uma ótima ferramenta para detectar o vírus. 

Como é identificado?
Os cães são treinados com amostras de suor das pessoas, que podem ou não estar infectadas. Esses cães farejadores são capazes de detectar odores de pessoas com certos tipos de doenças, como é o caso da malária, câncer e doença de Parkinson. 

Isso acontece devido aos cães serem treinados com amostras de suor das pessoas, que podem ou não estar infectadas. Os cães capturam uma mistura particular de cheiros, em vez de compostos individuais.
Como acontece?

O olfato dos cães foi primordial para que se tornassem bons caçadores, então para um animal ser um bom caçador, ele deve ter um bom olfato. O animal consegue detectar sutilezas mínimas nesse odor. Se ele for treinado a detectar uma pessoa doente com essas alterações que podem vir de uma gripe por exemplo, o novo coronavírus, o resfriado entre outros. Os cães que foram treinados para detectar o novo coronavírus começaram a farejar amostras de passageiros no aeroporto da Finlândia. Uma equipe de 15 cães a 10 instrutores está sendo treinada por voluntários para o trabalho na Finlândia.

No exame canino, os passageiros passam uma gaze no pescoço e as colocam em uma lata, que depois é entregue em outra sala para que um cão a possa farejar e ofereça um resultado imediato. Eles passam na frente das amostras, e caso consigam detectar o cheiro, sentam e esperam um brinde. Assim, essas pessoas contaminadas serão notificadas e encaminhadas para isolamento social ou tratamento, podendo evitar a transmissão do vírus para outras pessoas. 

Os cães foram treinados anteriormente para detectar a malária a partir de amostras de meias. 

Entre os cães está Kossi, que foi treinado como farejador na Finlândia e que já trabalhou antes na detecção de câncer.
Esses cães podem encontrar a doença cinco dias antes de os pacientes apresentarem quaisquer sintomas clínicos.



Quais doenças os cães também podem ajudar a detectar? 

Malária: É uma doença causada por um parasita, transmitida pela picada de mosquitos infectados. Os cães são treinados com uma meia de uma criança com forte infecção por malária e durante o treinamento, o animal recupera a meia e a tarefa progressivamente vai se tornando mais difícil, escondendo a meia da vista do cão. Assim, os animais começam a distinguir meias infectadas e não infectadas.

Câncer: É crescimento desordenado de células, que invadem tecidos e órgãos. O treinamento é realizado de forma bastante semelhante ao que é feito pela polícia com cães que farejam drogas, sempre associando o petisco ao odor. 

Parkinson: É um distúrbio do sistema nervoso central que afeta o movimento do corpo. Mesmo com a boa ajuda desse doce pet, não é dispensável de maneira alguma à ida ao médico.

Como os cães não são contaminados pela doença? 
 
E com isso vem o questionamento, será que o cãozinho poderá também ser infectado? E a resposta é não, o vírus que aparece no animal é outro.

Os cães podem contrair um coronavírus próprio de suas espécies. Ele nada tem a ver com a Covid-19 e não é transmitido para o ser humano. Mesmo assim, tutores que pegaram o Covid-19 devem evitar o contato direto com seus pets e, ao fazê-lo, utilizar luvas e máscaras e lavar as mãos antes e depois. 

O coronavírus canino (CCoV) é um vírus RNA de fita simples, polaridade positiva, com envelope, pertencente ao gênero Coronavirus, família Coronavirida pertencendo ao gênero Alphacoronavirus e a espécie Alphacoronavirus-1, j. O CCoV tem sido associado a surtos esporádicos de gastrenterite moderada em cães de todas as idades, porém com maior gravidade em filhotes.

A circulação do CCoV (coronavírus canino) entre os cães indicam que a infecção acomete população significativa de animais. 

A detecção do vírus nas fezes ou intestino é a forma mais utilizada para o diagnóstico

Ansiedade de separação – Entenda o comportamento canino

Em uma sociedade contemporânea, com seu estilo de vida acelerado, quadros como de isolamento pessoal e social se tornam mais comuns e isso vem contribuindo para o aumento de animais como fiel companhia. Definir novos padrões de bem-estar para animais de companhia é uma tarefa complicada, por serem frequentemente tratados e interpretados como seres humanos intimamente inseridos no contexto de famílias humanas.

Ao existir um apego muito grande entre o cão e o tutor, o aparecimento de alguns problemas como a ansiedade de separação se torna presente. Esse comportamento é definido como uma manifestação dos cães ao serem deixados sozinhos ou abandonados. É um problema motivado pelo medo que o pet sente ao sentir que está longe do tutor. Ele começa a ter a sensação de ameaça, de perigo e ativa o alerta que pode resultar em destruição de objetos, choro e em um cão desesperado e com medo. Com uma socialização inadequada, mudanças na rotina de forma repentina ou sem constância, frustração em não realizar as atividades diárias, correr atrás do próprio rabo, não ter controle de micção(ato de expelir urina, voluntariamente ou não), se recusar a comer sozinho e uma separação durante um período de tempo, como é indicado no texto, produz no animal um estado de ansiedade incontrolável.


Os cães são acostumados a viver em matilhas, e por isso são acostumados a viver muitas horas com seus companheiros. Essas mudanças podem fazer com que o cão venha ter um transtorno de ansiedade, já que ele vê seu tutor como o seu líder e integrante da matilha que o ajuda.

Esses casos são identificados como:

• Hiperfixação ou Hipervinculação: é uma situação que torna o cão mais vulnerável a acontecimentos específicos. Esse é o cão com temperamento ligeiramente ansioso, que solicita a atenção do seu tutor e sempre o consegue, com sucesso. Para isso, ele pode chamar a atenção do tutor de uma ou várias formas,que na maioria, são desagradáveis, estressantes e até prejudiciais aos membros da família. 


• Ansiedade Pré-partida: se apresenta assim que o tutor se prepara para sair. Os sinais exibidos são: inquietação, tremores, marcha equipada, ganidos, depressão e alterações físicas.

Diagnóstico:

O diagnóstico irá depender do comportamento  específico que o
indivíduo está exibindo e dos resultados do
exame clínico. Pode ser necessário a realização de exames neurológicos e complementares. O diagnóstico terá base
base na observação do comportamento, no histórico detalhado, incluindo informações acerca do desenvolvimento do problema e descrição da situação de como o comportamento surgiu inicialmente. Um especialista como médico veterinário e um comportamentalista canino podem ajudar no diagnóstico. 

O tratamento:

O tratamento deverá ser realizado com terapia comportamental. Esse tratamento incluirá o ensinamento ao cão a tolerar as ausências do tutor e corrigir os problemas específicos de mastigação, arranhaduras, escavações, latidos ou evacuações causadas pela ansiedade. A terapia requer um tutor com compreensão, dedicação, paciência e tempo. Em todos os casos é necessário fazer com que o cão permaneça calmo. A ajuda de um comportamentalista canino e/ou adestrador, será fundamental no processo de tratamento. 

Dicas de como fazer o cão lidar com a separação:
A primeira coisa que se deve saber é como o tutor poderia lidar com o cachorro e a solidão eventual. Quando sair  até o momento de chegar em casa, a forma como o tutor age e reage às coisas que ele faz é que vai mostrar ao pet como ele deve se comportar na ausência. É importante que a família  conheça as boas práticas para amenizar o sofrimento do pet. E é importante que uma vez definida as regrinhas, limites e restrições na relação do pet com seus tutores, TODOS da casa devem se empenhar para seguir e praticar as regras. Isso vai contribuir para o progresso do cão. Caso apenas um membro da família esteja se esforçando para trabalhar a ansiedade de separação do seu cão e outros não, isso causará confusão no cão, agravando seu problema comportamental e gerando mais estresse. 

O que fazer?

• Antes de sair:
Antes de sair brinque bastante com ele e dê um passeio. Ele estará cansado quando estiver saindo, então vai gastar o restante de energias comendo, dormindo e bebendo água. Faça enriquecimento ambiental. É indispensável nesse trabalho em cima da ansiedade de separação. 
• Na hora de sair:
Saia rápido e sem despedidas longas. Para que o cão não sofra em uma despedida longa, será necessário rapidez, então não dê atenção no momento da saída. O cão é esperto. Ele pode saber quando você está de saída. E sempre que você fala de forma carinhosa, fofinha ou com voz de bebê pra ele, não ajuda em nada! Lembre-se que antes de tudo, ele é um cão. 

Como acostumar o pet com as saídas?

I. Faça saídas teste, sempre rápidas para mostrar ao cão que voltará logo. Comece com pouco tempo e no decorrer do exercício aumente.
II. Troque toda sua roupa e pegue as chaves de casa, depois tire a roupa que ia sair e vista a de ficar em casa.
III. Mude a rotina de saída. Deixe tudo pronto com antecedência, para que o cão não fique tão atento às suas saídas.
IV. Enriqueça o ambiente com brinquedos e ração para entreter o cão. Garrafas pet, cartelas de ovos, pedaço de bambu, côco seco, caixas de papelão, entre outros materiais caseiros, são ótimos para enriquecer o ambiente. É melhor seu cão destruir uma garrafa pet com petisco ou ração dentro, do que destruir seu sofá que foi mais de R$ 1.500,00 ou outro móvel de maior valor material e até sentimental. 
V. Espalhe petiscos para cachorro pela casa, escolha os pontos da casa e o esconda para que o pet encontre. Assim você fará com que seu cão use o olfato para encontrar petiscos. Nunca esqueça que o olfato do cão é muito superior ao nosso. Isso fará com que ele gaste energia mental também, que é muito importante. 
VI. Aposte na terapia alternativa com flores e consulte um veterinário para ter certeza de qual usar.
VII. Estimule a mastigação do pet com brinquedos apropriados, isso o ajudará a aliviar o estresse e tomará um bom tempo.

• Na chegada:

É importante não interagir com o cão assim que chegar. Assim ele compreende que sairá e voltará e não será necessário ficar muito agitado.
Se você chegar calmo, o pet poderá entender que só é mais um exercício, então quando ele estiver calmo o cumprimente e o agrade. Isso é uma regra: apenas dê atenção, carinho, contato olho no olho, quando o seu cão estiver calmo, tranquilo. Assim você estará reforçando positivamente um bom comportamento, e não alimentando a ansiedade de separação. 

Caso nada funcione:

Encontre um especialista em comportamento animal para que ele possa ser acompanhado de perto e evolua no processo de aprendizagem. O ideal é que esse treinamento seja introduzido na vida do pet desde filhote e caso seja adulto, logo nos primeiros contatos entre tutor, lar e ele. 

Cão Feliz é especializada em bem estar e comportamento canino. Todos os dias atendemos diversos casos de cães com ansiedade de separação. Tutores, queremos dizer a vocês que qualquer esforço ou sacrifício que tenha que fazer para ajudar seu cão, vale a pena! A ansiedade de separação, assim como qualquer problema comportamental, priva o cão de uma vida saudável, com alegria, bem estar. Se você ama o seu cão, busque ajuda imediatamente. Nossa metodologia é simples, prática e eficiente. E milhares de pessoas pelo Brasil já melhoraram o relacionamento com seus cães, a um nível que não imaginavam que podiam chegar. 

Câncer de mama em cadelas – Conheça mais sobre essa doença

As cadelas possuem cerca de dez glândulas mamárias, distribuídas em duas cadeias simétricas de cada lado do corpo, do peito para a virilha. A neoplasia da glândula mamária é o tumor mais comum em cadelas e o terceiro mais frequente em gatas, ambas não castradas. Atinge cadelas entre 6 a 12 anos, sendo que os malignos são 50% dos casos de câncer de mama nas cadelas.  Sua etiologia parece ser variada, mas é dependente em grande parte de hormônios. 

Embora não haja fatores específicos que possam ajudar a prever o surgimento do câncer de mama em uma cadela, já há algumas medidas que se provaram bastante eficientes na prevenção desse tipo de neoplasia.

Atrelada muitas vezes a gravidez psicológica, essa disfunção hormonal que ocorre nas cadelas é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença.

Por essa razão recomenda-se a castração antes do primeiro cio, visto que quanto mais precoce for a castração do animal, menor será o risco de desenvolver a neoplasia. É considerada a forma mais eficiente de manter o animal afastado dos riscos de desenvolver esse tipo de doença, já que é, justamente, a porção hormonal das cachorrinhas a grande responsável pelo aparecimento de disfunções que podem influenciar no surgimento da doença. 

O câncer de mama pode atingir qualquer raça canina, sendo que, quanto mais velho o animal mais chances do aparecimento da doença. 

O diagnóstico precoce do câncer em cadelas é fundamental para que haja eficácia no tratamento da doença. Por essa razão, é de grande importância observar os sinais atípicos que aparecem na cadela. Entre os principais sintomas do câncer de mama em cadelas, pode-se destacar: 

• Caroços na região das glândulas mamárias;

• Inchaço ou dilatação nas mamas;

• Dor ou incômodo frequente;

• Presença de secreções nas mamas com odor desagradável.

• Vômitos;

• Diarreia;

• Anemia;

Existem casos em que o animal não apresenta sintomas, portanto as idas ao veterinário são necessárias para que se descubra a doença precocemente e possa ser tratada. 

Diagnóstico:

Ao detectar esse primeiro sinal, devemos buscar atendimento veterinário o quanto antes. 

O material removido deverá ser enviado para análise e será o laboratório histopatológico especializado o responsável por determinar os tipos de células presentes.

O início do tratamento do câncer de mama vem pelo diagnóstico. O profissional veterinário, em consulta de rotina ou até mesmo quando o tutor percebe os sintomas e resolve levar o pet, deve colher informações importantes à respeito do histórico do paciente, seu ciclo reprodutivo, regularidade dos cios, número de cios ou gestações, histórico de uso hormonal, históricos de aborto, etc. 

Durante a avaliação clínica ainda, o clínico deve ainda correlacionar o início do aparecimento das lesões com a apresentação clínica atual, bem como, o histórico de neoplasias anteriores. É de extrema necessidade que o médico veterinário avalie ainda a possibilidade de lesões iniciais em outras glândulas.

Tratamento:

A partir da definição do diagnóstico, devem ser tomadas as medidas de tratamento da doença.

A quimioterapia é indicada no tratamento da doença sistêmica ou metastática. Deve ser aplicada às neoplasias mamárias como uma terapia adjuvante, que tem como objetivo obter a cura do animal. A quimioterapia antineoplásica visa evitar uma recidiva local, o aparecimento de metástases e eliminar qualquer célula neoplásica residual que tenha chances de existir após a excisão cirúrgica do tumor. 

A quimioterapia tem como alvo as células em intensa atividade proliferativa, inclusive células normais que estão em constante mitose. 

Em questão o tratamento será realizado via remoção cirúrgica, nos casos em que exista uma doença terminal ou se consta a presença de metástase. Por isso, antes de entrar em uma sala de cirurgia, o veterinário realizará uma radiografia que permitirá distinguir a presença de massas em outras partes do corpo. Em caso de realização ou aplicação de medicamentos, ou até pomadas nas mamas, seria recomendável que a cadela usasse o famoso “cone da vergonha”. Isso impediria que ela lambesse e removesse o remédio aplicado na região. 

Antes de tudo, o cone da vergonha deve ser apresentado a cadela. Deixe-a cheirar, recompense com bastante carinho e petiscos se possível. E gradativamente coloque o cone. Se a cadela relutar, pare imediatamente o procedimento. Espere algumas horas e repita o procedimento do começo. A apresentação ao cone da vergonha, bem como sua colocação, deve ser feito sempre de forma gradativa. Isso se aplica para qualquer tipo de ferramenta.

Por outro lado, o período pós-operatório será como o de qualquer outra cirurgia, é necessário ter atenção para que a cadela não arranque os pontos, assim como no aspecto da ferida, para controlar possíveis infecções. E é preciso estar atento para que ela não faça muitos movimentos bruscos ou violentos. 

Como prevenir câncer de mama em cadelas:

A causa do aparecimento do câncer de mama em cadelas é principalmente hormonal. Isso nos permite adotar medidas preventivas como a esterilização precoce de nossa cadela. Com a remoção do útero e dos ovários, a cadela deixa de entrar no cio. 

Faça um diagnóstico precoce, leve a clínica veterinária o mais rápido diante de qualquer mudança ou presença de massas, enrijecimento, inflamação, secreção ou dor.

Conheça a Cão Feliz

Você conhece os nossos serviços? Ajudamos na relação entre os tutores e seus cães. Nosso time espera você de braços abertos para melhorar a vida do seu pet com diversos benefícios. Entre em contato com o nosso atendimento para mais informações.

Embora não haja fatores específicos que possam ajudar a prever o surgimento do câncer de mama em uma cadela, já há algumas medidas que se provaram bastante eficientes na prevenção desse tipo de neoplasia.

Atrelada muitas vezes a gravidez psicológica, essa disfunção hormonal que ocorre nas cadelas é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da doença.

Por essa razão recomenda-se a castração antes do primeiro cio, visto que quanto mais precoce for a castração do animal, menor será o risco de desenvolver a neoplasia. É considerada a forma mais eficiente de manter o animal afastado dos riscos de desenvolver esse tipo de doença, já que é, justamente, a porção hormonal das cachorrinhas a grande responsável pelo aparecimento de disfunções que podem influenciar no surgimento da doença. 

O câncer de mama pode atingir qualquer raça canina, sendo que, quanto mais velho o animal mais chances do aparecimento da doença. 

O diagnóstico precoce do câncer em cadelas é fundamental para que haja eficácia no tratamento da doença. Por essa razão, é de grande importância observar os sinais atípicos que aparecem na cadela. Entre os principais sintomas do câncer de mama em cadelas, pode-se destacar: 

• Caroços na região das glândulas mamárias;

• Inchaço ou dilatação nas mamas;

• Dor ou incômodo frequente;

• Presença de secreções nas mamas com odor desagradável.

• Vômitos;

• Diarreia;

• Anemia;

Existem casos em que o animal não apresenta sintomas, portanto as idas ao veterinário são necessárias para que se descubra a doença precocemente e possa ser tratada. 

Diagnóstico:

Ao detectar esse primeiro sinal, devemos buscar atendimento veterinário o quanto antes. 

O material removido deverá ser enviado para análise e será o laboratório histopatológico especializado o responsável por determinar os tipos de células presentes.

O início do tratamento do câncer de mama vem pelo diagnóstico. O profissional veterinário, em consulta de rotina ou até mesmo quando o tutor percebe os sintomas e resolve levar o pet, deve colher informações importantes à respeito do histórico do paciente, seu ciclo reprodutivo, regularidade dos cios, número de cios ou gestações, histórico de uso hormonal, históricos de aborto, etc. 

Durante a avaliação clínica ainda, o clínico deve ainda correlacionar o início do aparecimento das lesões com a apresentação clínica atual, bem como, o histórico de neoplasias anteriores. É de extrema necessidade que o médico veterinário avalie ainda a possibilidade de lesões iniciais em outras glândulas.

Tratamento:

A partir da definição do diagnóstico, devem ser tomadas as medidas de tratamento da doença.

A quimioterapia é indicada no tratamento da doença sistêmica ou metastática. Deve ser aplicada às neoplasias mamárias como uma terapia adjuvante, que tem como objetivo obter a cura do animal. A quimioterapia antineoplásica visa evitar uma recidiva local, o aparecimento de metástases e eliminar qualquer célula neoplásica residual que tenha chances de existir após a excisão cirúrgica do tumor. 

A quimioterapia tem como alvo as células em intensa atividade proliferativa, inclusive células normais que estão em constante mitose. 

Em questão o tratamento será realizado via remoção cirúrgica, nos casos em que exista uma doença terminal ou se consta a presença de metástase. Por isso, antes de entrar em uma sala de cirurgia, o veterinário realizará uma radiografia que permitirá distinguir a presença de massas em outras partes do corpo. Em caso de realização ou aplicação de medicamentos, ou até pomadas nas mamas, seria recomendável que a cadela usasse o famoso “cone da vergonha”. Isso impediria que ela lambesse e removesse o remédio aplicado na região. 

Antes de tudo, o cone da vergonha deve ser apresentado a cadela. Deixe-a cheirar, recompense com bastante carinho e petiscos se possível. E gradativamente coloque o cone. Se a cadela relutar, pare imediatamente o procedimento. Espere algumas horas e repita o procedimento do começo. A apresentação ao cone da vergonha, bem como sua colocação, deve ser feito sempre de forma gradativa. Isso se aplica para qualquer tipo de ferramenta.

Por outro lado, o período pós-operatório será como o de qualquer outra cirurgia, é necessário ter atenção para que a cadela não arranque os pontos, assim como no aspecto da ferida, para controlar possíveis infecções. E é preciso estar atento para que ela não faça muitos movimentos bruscos ou violentos. 

Como prevenir câncer de mama em cadelas:

A causa do aparecimento do câncer de mama em cadelas é principalmente hormonal. Isso nos permite adotar medidas preventivas como a esterilização precoce de nossa cadela. Com a remoção do útero e dos ovários, a cadela deixa de entrar no cio. 

Faça um diagnóstico precoce, leve a clínica veterinária o mais rápido diante de qualquer mudança ou presença de massas, enrijecimento, inflamação, secreção ou dor.

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